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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Dedé Monteiro, o Papa da Poesia

Dedé Monteiro começou a escrever versos ainda criança, influenciado pelo pai, Antonio Rufino da Costa, que cantava cordéis enquanto trabalhava na roça. “Ele gostava tanto de poesia que aprendeu a ler através da literatura de cordel e trazia da feira alguns pra gente ler também. Sabia vários de cabeça e trabalhava na roça cantando. Acho que essa musicalidade do cordel foi ficando na alma da gente. Eu sou o mais velho de vários irmãos, e todos nós, com exceção de um que foi morar na Bahia, viramos poetas”, comemora com orgulho. - See more at: http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/dede-monteiro-o-papa-da-poesia/#sthash.EB2S5r6B.dpuf
Dedé Monteiro começou a escrever versos ainda criança, influenciado pelo pai, Antonio Rufino da Costa, que cantava cordéis enquanto trabalhava na roça. “Ele gostava tanto de poesia que aprendeu a ler através da literatura de cordel e trazia da feira alguns pra gente ler também. Sabia vários de cabeça e trabalhava na roça cantando. Acho que essa musicalidade do cordel foi ficando na alma da gente. Eu sou o mais velho de vários irmãos, e todos nós, com exceção de um que foi morar na Bahia, viramos poetas”, comemora com orgulho. - See more at: http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/dede-monteiro-o-papa-da-poesia/#sthash.EB2S5r6B.dpuf
 Dedé Monteiro tem quatro livros publicados, um CD de declamações e tem suas poesias publicadas em várias compilações de escritores pernambucanos
Dedé Monteiro tem quatro livros publicados, um CD de declamações e tem suas poesias publicadas em várias compilações de escritores pernambucanos - See more at: http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/dede-monteiro-o-papa-da-poesia/#sthash.EB2S5r6B.dpuf

Dedé Monteiro começou a escrever versos ainda criança, influenciado pelo pai, Antonio Rufino da Costa, que cantava cordéis enquanto trabalhava na roça. “Ele gostava tanto de poesia que aprendeu a ler através da literatura de cordel e trazia da feira alguns pra gente ler também. Sabia vários de cabeça e trabalhava na roça cantando. Acho que essa musicalidade do cordel foi ficando na alma da gente. Eu sou o mais velho de vários irmãos, e todos nós, com exceção de um que foi morar na Bahia, viramos poetas”, comemora com orgulho. fonte: Cul

A poesia

“Explicar a poesia Ninguém consegue explicar
É mais pesada que o chumbo
É leve igualmente o ar
É fina como cabelo
É bela como luar
Toca na alma da gente
Fazendo rir ou chorar
Faz a tristeza morrer
E o sonho ressuscitar
A poesia é ão santa
Que quando o poeta canta
Deus para pra escutar
A poesia seu menino
Como tudo que é divino
Não da pra gente pegar…”
Trecho da obra Explicar a Poesia de Dedé Monteiro
Já que não nos é possível Barrar as águas dos rios Para, durante os estios, Matar a sede terrível; Se o sol vai baixar o nível Da água que faz viver, É necessário aprender A não fazê-la ofendida. Se a água é fonte de vida, Não deixe a vida morrer. Nesta terra abençoada, Embora incompreendida, Mesmo sem ser respeitada, A água é fonte de vida. Fonte de vida e de paz, Porque sua falta traz Desespero e desprazer. Faça o que possível for, Trate a água com amor, Não deixe a vida morrer. Pra quem possui consciência, Nada traz mais desconforto Do que ver um rio morto No florescer da existência. O rio a pedir clemência Vendo a “ferida” crescer, E os doutores do poder Sem cuidar dessa ferida. Se a água é fonte de vida, Não deixe a vida morrer. Recife, o Capibaribe, Em São Paulo, o Tietê: Fossas que o descaso exibe... E as providências, cadê?... Se a responsabilidade Não renascer de verdade, Pra coisa ser revertida, Como uma espécie que afronta, A morte vai tomar conta, Matando a Fonte da Vida. Em lugar de carro-pipa Que tanto nos faz sofrer, Poços, cisternas, açudes... Água pra sobreviver. A sagrada natureza Exige a nossa defesa Pra vida ser revivida. Façamos, pois, por favor, Uma corrente de amor Em prol da Fonte da Vida! Dedé Monteiro - Tabira/2004

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Já que não nos é possível Barrar as águas dos rios Para, durante os estios, Matar a sede terrível; Se o sol vai baixar o nível Da água que faz viver, É necessário aprender A não fazê-la ofendida. Se a água é fonte de vida, Não deixe a vida morrer. Nesta terra abençoada, Embora incompreendida, Mesmo sem ser respeitada, A água é fonte de vida. Fonte de vida e de paz, Porque sua falta traz Desespero e desprazer. Faça o que possível for, Trate a água com amor, Não deixe a vida morrer. Pra quem possui consciência, Nada traz mais desconforto Do que ver um rio morto No florescer da existência. O rio a pedir clemência Vendo a “ferida” crescer, E os doutores do poder Sem cuidar dessa ferida. Se a água é fonte de vida, Não deixe a vida morrer. Recife, o Capibaribe, Em São Paulo, o Tietê: Fossas que o descaso exibe... E as providências, cadê?... Se a responsabilidade Não renascer de verdade, Pra coisa ser revertida, Como uma espécie que afronta, A morte vai tomar conta, Matando a Fonte da Vida. Em lugar de carro-pipa Que tanto nos faz sofrer, Poços, cisternas, açudes... Água pra sobreviver. A sagrada natureza Exige a nossa defesa Pra vida ser revivida. Façamos, pois, por favor, Uma corrente de amor Em prol da Fonte da Vida! Dedé Monteiro - Tabira/2004

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Já que não nos é possível Barrar as águas dos rios Para, durante os estios, Matar a sede terrível; Se o sol vai baixar o nível Da água que faz viver, É necessário aprender A não fazê-la ofendida. Se a água é fonte de vida, Não deixe a vida morrer. Nesta terra abençoada, Embora incompreendida, Mesmo sem ser respeitada, A água é fonte de vida. Fonte de vida e de paz, Porque sua falta traz Desespero e desprazer. Faça o que possível for, Trate a água com amor, Não deixe a vida morrer. Pra quem possui consciência, Nada traz mais desconforto Do que ver um rio morto No florescer da existência. O rio a pedir clemência Vendo a “ferida” crescer, E os doutores do poder Sem cuidar dessa ferida. Se a água é fonte de vida, Não deixe a vida morrer. Recife, o Capibaribe, Em São Paulo, o Tietê: Fossas que o descaso exibe... E as providências, cadê?... Se a responsabilidade Não renascer de verdade, Pra coisa ser revertida, Como uma espécie que afronta, A morte vai tomar conta, Matando a Fonte da Vida. Em lugar de carro-pipa Que tanto nos faz sofrer, Poços, cisternas, açudes... Água pra sobreviver. A sagrada natureza Exige a nossa defesa Pra vida ser revivida. Façamos, pois, por favor, Uma corrente de amor Em prol da Fonte da Vida! Dedé Monteiro - Tabira/2004

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