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segunda-feira, 21 de maio de 2018

Em carta aberta, população de Santa Cruz da Baixa Verde reivindica ações em defesa das crianças e adolescentes



No dia 18 de maio, dia nacional de combate ao abuso e a exploração sexual contra crianças e adolescentes, foi realizado na cidade de Santa Cruz da Baixa Verde, sertão do Pajeú pernambucano, um ato público contra a violência sexual, através da parceria entre a ADESSU Baixa Verde, Sindicato dos Trabalhadores Rurais,Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente, Conselho Tutelar, Secretaria de Ação Social, Secretaria de Educação, Secretaria de Saúde, Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, CRAS, Escola Santa Cruz, Escola Francisca Flor, Escola Artur Viana, COMDESC, Poder Executivo, Poder Legislativo, LAR 127, Centro Sabiá, NUCA, Programa Mãe Coruja e Setor Juventude.

Após concentração no pátio de eventos, todos percorreram as principais ruas da cidade, com paradas estratégicas onde foram realizadas apresentações das escolas Francisca Flor, Santa Cruz e Artur Viana, além do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo (SCFV) e o NUCA. Adolescentes que fazem parte do Núcleo de Comunicação infantojuvenil da ADESSU também fizeram apresentação com a temática da violência sexual.

A coordenadora pedagógica, Jacinta Gomes, apresentou a população dados do diagnóstico realizado nos meses de janeiro e fevereiro de 2018, que constataram um alto índice de violência sexual contra crianças e adolescentes em comunidades rurais dos municípios de Triunfo e Santa Cruz da Baixa Verde.

Como encaminhamento do ato público, foi elaborada uma carta aberta que contém reivindicação da população e organizações para o município de Santa Cruz da Baixa Verde. A carta foi lida e será entregue oficialmente a câmara de vereadores e ao prefeito municipal Tasso Bezerra. Entre as reivindicações está a melhoria das condições de funcionamento do Conselho Tutelar, que atualmente não possui itens como: telefone, transporte, computador e impressora, equipamentos essenciais para o atendimento à população e a capacitação dos conselheiros.

O documento possui em anexo mais de 100 assinaturas das pessoas que reivindicam a gestão pública melhorias nos órgãos de garantia dos direitos das crianças e adolescentes.

ACESSE A CARTA ABERTA NO LINK:


Por Jéssica Freitas

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