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sexta-feira, 3 de março de 2017

Capacitações do Programa Um Milhão de Cisternas fortalecem a geração de renda de jovens rurais do Sertão do Pajeú em Pernambuco

Por Jéssica Freitas, comunicadora popular da ADESSU Baixa Verde


Capacitação para famílias em Serra Talhada-PE
A Associação de Desenvolvimento Rural Sustentável da Serra da Baixa Verde - ADESSU Baixa Verde, está executando um Termo de Parceria Aditivo do Programa Um Milhão de Cisternas – P1MC, com meta para a construção de 340 Cisternas de Placas, com capacidade para 16 mil litros de água para o consumo humano, nos municípios de Serra Talhada e Flores, Pernambuco.

Através do P1MC, a Associação está dando possibilidades para que jovens dos municípios pernambucanos de Triunfo e Santa Cruz da Baixa Verde sejam capacitados e atuem como instrutores nos cursos de Gerenciamento de Recursos Hídricos – GRH, nos momentos de formação. “Entendemos que estamos no caminho certo, portanto continuar acreditando e estimulando homens e mulheres deste Sertão a realizar sonhos será sempre uma meta não somente do programa, mas, a própria instituição vem há 20 anos no processo de construir coletivamente com respeito aos saberes populares locais e estimulando a autonomia e o protagonismo dos mesmos”, comentou a coordenadora do Programa, Alda Balbino.

As capacitações do P1MC são momentos direcionados à formação dos diversos atores que participam do Programa: famílias, comissões municipais e pedreiros e pedreiras. O envolvimento da juventude fortalece e amplia os conhecimentos possibilitando a desmitificação e visibilizando as riquezas do semiárido.

A jovem Maria do Carmo, de 19 anos, da comunidade Santo Antonio da Bernarda, participou na primeira etapa como estagiária em 2016. Nessa etapa, ela terá a oportunidade de participar como instrutora das capacitações em GRH. “Para mim, o estágio foi uma experiência ótima porque foi um momento de recolher muitas informações e passar também alguns conhecimentos {...} ter passado pelo período de formação e agora estar sendo chamada para administrar atividades com os agricultores como instrutora, é muito importante para mim porque passo a ter uma responsabilidade maior e vemos que a Instituição percebeu nosso esforço, vontade de trabalhar e exercer uma atividade de campo, que além de tudo vai gerar uma renda muito positiva para a gente. Acredito que estar sendo reconhecida como instrutora é muito importante para mim tanto na área pessoal quanto profissional”, relatou.

Com base nas práticas dos jovens rurais, numa dimensão agroecológica, de equidade de gênero, defesa do direito da criança e adolescente e no combate a qualquer tipo de desigualdade. É desta forma que tem se construído de maneira participativa um Programa com as famílias agricultoras beneficiadas pela tecnologia sociais de convivência com o Semiárido.

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